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Ei! Psiu! Você precisa sair da bolha.

É impossível refletir sobre diversidade sem furar as próprias bolhas.


Olá! Bom dia, boa tarde, boa noite kkkkkkkk!


Vou fazer algumas provocações e te convido a uma reflexão:


- Quantos lugares diferentes você frequentou um ano antes da pandemia?

Cri, cri, cri... Hahahaha!


- Agora me fala, quantas pessoas nestas cidades e estados diferentes você conheceu?

Reloginho na tela, vai se lembrando...


Reflita aí (agora eu vou ser rápida porque senão o artigo vai ficar enorme kkkkk).

- Quantos amigos ou amigos trans você tem?

- Quantos amigos da favela você tem? E do asfalto, são quantos?

- Quantas pessoas do seu relacionamento são de religiões totalmente diferentes da sua?

- Você tem algum colega anão?

- Você tem algum colega que é de família circense?

- Você tem algum colega com deficiência?


E aí, foi difícil de responder? A maioria das respostas foi zero?

Xiiiiiii, desculpe, mas tenho que te dar um conselho urgente,

você precisa sair da bolha!


Você se considerava um defensor ou uma defensora da diversidade, mas conhece pessoas de um único perfil?

É... Nesse caso você não é diverso, simples assim.

Mas calma, essa minha provocação não é pra você se sentir mal ou culpado.


É comprovado que nós buscamos sempre pelo que se parece com a gente. Pra você ter uma ideia, o psicólogo Chris Fraley, da Faculdade de Illinois, fez um experimento que rechaça essa tese.

Os três testes que ele fez mostraram que sim, nós tendemos a gostar de pessoas cujos traços nos parecem familiares.

Então, é fisiológico sermos atraídos pelo que é igual, mas é cilada, gente!

Só com o diferente que a gente passa para o próximo nível.


Só com o diverso que a gente consegue ser mais inovador, mais criativo e capaz de solucionar problemas complexos.


Então, eu te desafio a “enganar” o seu cérebro e sair da sua bolha. Tem um mundo de pessoas e coisas sensacionais e de soluções incríveis para o seu negócio que estão além das suas próprias fronteiras.


Fure a sua bolha e se abra para o diferente.

Esse é o primeiro passo para promover a diversidade, de verdade.



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